Nokia 300 Charge chega com bateria de 3.700 mAh e função power bank, mas sem previsão para o Brasil A HMD Global, empresa por trás da marca Nokia, apresentou o Nokia 300 Charge, um celular básico com foco em longa

Nokia 300 Charge chega com bateria de 3.700 mAh e função power bank, mas sem previsão para o Brasil

A HMD Global, empresa por trás da marca Nokia, apresentou o Nokia 300 Charge, um celular básico com foco em longa duração de bateria e a versatilidade de funcionar como power bank. O aparelho, que em algumas regiões é comercializado como Nokia 300 Power Bank, é ideal para quem busca um dispositivo secundário confiável para comunicação e para manter outros aparelhos carregados.

O grande destaque do Nokia 300 Charge é sua bateria de 3.700 mAh. Em comparação com smartphones modernos, este número pode parecer modesto, mas para a categoria de feature phones, é uma capacidade excepcional. O Nokia 105 de 2024, por exemplo, conta com apenas 1.450 mAh.

Conforme divulgado pela HMD Global, o Nokia 300 Charge promete impressionantes 45 dias de autonomia em modo de espera. Para uso ativo, a bateria pode sustentar até 37 horas contínuas de chamadas telefônicas ou entre 19 e 26 horas de reprodução de música. A empresa ressalta que o aparelho não tem previsão de lançamento no mercado brasileiro.

Bateria de longa duração e carregamento reverso são os grandes diferenciais

A capacidade de 3.700 mAh é o principal atrativo do Nokia 300 Charge. Essa bateria robusta permite que o aparelho funcione por um tempo excepcionalmente longo sem a necessidade de recarga, tornando-o um companheiro ideal para viagens ou situações onde o acesso à energia é limitado.

Além da autonomia, o celular inova com a função de carregamento reverso, transformando-o em um power bank. Equipado com uma porta USB-C, o Nokia 300 Charge pode tanto receber carga a 10W quanto transferir energia para outros dispositivos. A ativação dessa função é simples, bastando pressionar um botão lateral dedicado com a inscrição “Out”.

O kit incluso na caixa oferece um cabo multifuncional com adaptadores USB-A, USB-B e USB-C, projetado para carregar desde pequenos acessórios até outros smartphones, com velocidades entre 5W e 10W.

Conectividade limitada ao 2G e lanterna potente

Um ponto de atenção é que o Nokia 300 Charge opera exclusivamente em redes de sinal 2G, com suporte para as bandas 900 MHz e 1800 MHz. Isso significa que em regiões onde a infraestrutura 2G já foi desativada, o aparelho não conseguirá realizar chamadas, funcionando apenas como bateria externa e reprodutor de mídia.

A parte superior do dispositivo abriga uma lanterna de LED independente, descrita como cinco vezes mais forte que a de celulares básicos concorrentes e duas vezes mais brilhante que a do iPhone 16 Pro. Com a bateria cheia, a lanterna pode operar por até 23 horas contínuas.

Design robusto e especificações básicas

O Nokia 300 Charge apresenta um design retangular com molduras laterais texturizadas para melhor pegada e uma espessura de 14,9 milímetros. Suas dimensões são 136,6 mm de altura por 55 mm de largura, com um peso total de 138 gramas. A empresa destaca a durabilidade da estrutura, embora não haja certificação oficial de resistência à água ou poeira.

Na parte frontal, encontra-se uma tela LCD de 2,4 polegadas com resolução QVGA (320 x 240 pixels). O aparelho roda o sistema operacional S30+, impulsionado por um processador Unisoc SC6531E. A memória RAM e o armazenamento interno são limitados a 4 MB, mas há suporte para expansão via cartão microSD de até 32 GB.

O dispositivo também conta com Bluetooth, reprodutor de MP3 nativo, conector P2 de 3,5 mm para fones de ouvido com fio e uma câmera básica. O Nokia 300 Charge foi anunciado em três cores: preto, verde e areia.

Preço e disponibilidade no mercado internacional

Atualmente, o Nokia 300 Charge está disponível para compra nas Filipinas e na Malásia, com preços que variam entre R$ 168 e R$ 205, em conversão direta e sem considerar taxas. No entanto, devido à sua conectividade restrita ao 2G, o aparelho não atende aos requisitos de homologação da Anatel no Brasil, que exige suporte a 4G ou 5G para certificação de celulares.

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