PS5 Testa Path Tracing em Cyberpunk 2077 com Resultados Surpreendentes Um novo método de inicialização via Linux abriu um leque de possibilidades para proprietários de PlayStation 5 que mantiveram versões mais antigas do firmware do console. Essa ferramenta permite converter

PS5 Testa Path Tracing em Cyberpunk 2077 com Resultados Surpreendentes

Um novo método de inicialização via Linux abriu um leque de possibilidades para proprietários de PlayStation 5 que mantiveram versões mais antigas do firmware do console. Essa ferramenta permite converter o sistema em um PC funcional, possibilitando testes gráficos inéditos.

Especialistas em tecnologia da Digital Foundry exploraram essa capacidade para conduzir um teste de path tracing, uma técnica de renderização gráfica extremamente exigente. Os resultados revelaram um desempenho inesperado para um hardware originalmente não projetado para esse recurso.

O experimento analisou o comportamento do PS5 com path tracing em três títulos distintos, cada um representando diferentes gerações de implementação dessa tecnologia em PCs. A experiência variou significativamente entre os jogos, com destaque para o desempenho em Cyberpunk 2077.

Quake II RTX, Portal RTX e Cyberpunk 2077: Um Comparativo Gráfico

O primeiro jogo testado foi o Quake II RTX, pioneiro na adoção comercial do path tracing. Apesar da idade do jogo base, a iluminação renovada demonstrou um impacto transformador na experiência visual, sugerindo que desenvolvedores independentes poderiam viabilizar suporte a path tracing em títulos com assets menos demandantes.

Em seguida, o Portal RTX, que utilizou a plataforma RTX Remix da NVIDIA para remasterização, mostrou viabilidade técnica. No entanto, a combinação de um visual ainda não totalmente refinado e uma taxa de quadros no limite do aceitável não foi considerada uma experiência ideal para os jogadores.

O grande destaque foi o Cyberpunk 2077, com seu exigente modo RT Overdrive. Conforme relatado pela Digital Foundry, o PlayStation 5 conseguiu rodar o jogo com path tracing, atingindo uma média de 35 FPS. Contudo, para alcançar essa performance, a resolução do jogo precisou ser drasticamente reduzida para apenas 348p, evidenciando o quão pesado é o path tracing para o console.

O Futuro do Path Tracing nos Consoles: PS5 Pro e PS6

Os especialistas da Digital Foundry também especularam sobre o desempenho em futuros consoles. O PS5 Pro, com seu hardware aprimorado para ray tracing e a tecnologia PSSR 2 (PlayStation Spectral Super Resolution), poderia oferecer um nível de desempenho consideravelmente superior.

A apresentação técnica de F1 25 durante a GDC 2026, que demonstrou path tracing, serve como um indicativo do potencial do PS5 Pro. Olhando para a próxima geração, o PS6 promete um salto significativo em desempenho de ray tracing, aliado a um PSSR atualizado, criando expectativas reais de que jogos futuros oferecerão suporte nativo a path tracing.

Esses testes, realizados através de métodos não convencionais, abrem um debate interessante sobre as capacidades futuras do hardware da Sony e o avanço das tecnologias gráficas nos videogames. A possibilidade de rodar tecnologias tão avançadas em um console demonstra a evolução constante da indústria.

A comunidade de jogadores aguarda com expectativa os próximos passos da Sony nesse sentido. A viabilidade técnica demonstrada no PS5 ‘amador’ reforça a crença de que o PS5 Pro e futuras gerações de consoles poderão, de fato, trazer experiências com path tracing de alta qualidade para os jogadores. O futuro dos gráficos em consoles parece promissor.

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